Mostrar mensagens com a etiqueta baby. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta baby. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Está visto que não fui feita para isto...

Primeira gravidez: em casa, com ordem para repouso absoluto desde as 21 semanas, sob risco de parto prematuro.

Segunda gravidez: em casa, con irdem para repouso e nada de esforços (particularmente com baby#1) agiea que temos apenas e só... 14 semanas.

Está visto que não fui feita para isto...

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ponto de situação #1

Não morri. Mas não tem sido fácil. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Constipação da miúda. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Fim da redução de horário. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Febrão da miúda sem explicação. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Gripe do marido. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Com as costas feita num oito. Trabalho. Trabalho. Trabalho.

Já disse trabalho?

Pelo meio... o primeiro aniversário da minha pequena guerreira. 365 dias em que o meu coração passou a viver fora do meu corpo. De alegria crescente e de descobertas constantes. De tudo o que esta vida pode ter de melhor e que não cabe nas palavras. Como o tempo corre... e não tarda nada, também ela me foge (literal e figuradamente), já que começa a descobrir que pode ser autónoma e desbravar o que a rodeia sem a nossa ajuda.

Por agora, regresso... ao trabalho. Mais trabalho. E outra vez trabalho.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Go, baby, go!

É oficial... aos 11 meses de vida de baby I., acabou-se o nosso (já pouco) sossego, agora que resolveu dar corda às pernocas...

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Coração pequenino

A primeira noite nos teus dez meses de vida que não estás comigo. Que não te aconchego na cama e dou um beijo de boa noite. Que não dou o banho que tanto adoras no nosso ritual de final de dia. A primeira de duas noites que fico sozinha num silêncio ensurdecedor, sabendo-te segura no carinho e amor do nosso papá.

Daqui a dois dias voltamos a ser os três, a estar os três. Por agora o meu coração fica assim, pequenino pela distância. Mas tenho a alma cheia com o teu sorriso e com este amor que cresce a cada segundo.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Pelos vistos, sou uma mamã menos boazinha...

Meia volta, o tema da amamentação aparece em força por aí, seja em artigos de opinião ou em diversos baby blogs. Na secção Life & Style do Público, foi publicado ontem mais um (excepcional) artigo (de opinião) sobre este tema , rapidamente partilhado e divulgado em blogs e redes sociais e, consequentemente, voltou a ficar acesa a discussão virtual do tema.

Não sei se estará relacionado ou não, mas fui amamentada com leite materno durante cerca de 2 meses e amamentei a minha filha por mês e meio, sensivelmente. Em ambos os casos, não foi por decisão das mães, mas porque os nossos organismos assim o ditaram. Nas palavras da autora do artigo, e tal como ela, estou "num meio-termo, não sou boa nem má, fico ali em purgatório matriarcal até decidirem que juízo dar a esta média [do tempo durante o qual se amamenta]. Contas feitas, quem amamenta seis meses é uma boa mamã, quem amamenta dois meses é uma mamã menos boazinha. As que ultrapassam os seis meses são profissionais e as que ultrapassam um ano são (...) são as mamãs prodígio".

Fiz o que tive ao meu alcance para continuar a amamentar, ainda que enquanto consegui, foi tudo menos um processo agradável, enriquecedor e enternecedor. Inclusivamente, recorri à ajuda preciosa da SOS Amamentação. É a (minha) verdade. Ainda assim, pese embora as dores que sentia (apesar de todos os cuidados que tinha), tentei, e tentei, e tentei e voltei a tentar... até que conscientemente decidimos (pais) que não era benéfico continuar.

Sinto-me pior mãe ou 'menos mãe'? Não!

Deixei de ter vínculo com a minha filha? Não!

Deixei de ter um 'momento único, só das duas, irrepetível e sem comparação' (como tantas vezes se ouve) com a minha filha? Nao!

A minha filha é um poço de doenças? Não!

A minha filha sofreu horrores com as cólicas apenas e só devido ao leite materno? Não! (aliás, teve-as ainda enquanto bebia leite materno e terminaram pouco depois de iniciar leite artificial, mas simplesmente não associo uma situação a outra)

Se a minha filha teve/tem uma alimentação descompensada nutricionalmente por ter sido alimentada a leite artifical? Não!

Devo esclarecer que não sou contra ou a favor do acto de amamentar. Sou sim a favor da possibilidade e liberdade de escolha. Por isso, não entendo nem concordo com fundamentalismos...
Cada um sabe de si (e dos seus), como em tantas outras coisas da vida.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

No poupar é que está o ganho #1

Já antes de ser mãe, confesso que me fazia alguma confusão os preços que via nas montras de roupa de criança. É sabido que os miúdos crescem à velocidade da luz e, por isso, a roupa deixa de lhes servir num instante. Quantas vezes já ouvimos mães/pais comentarem que têm em casa peças de roupa que os filhos nunca vestiram ou vestiram apenas uma vez...

Para além do truque já sobejamente conhecido de herdar roupa de irmãos, primos ou amigos, e se não se tiver a sorte de ter umas mãozinhas prendadas (próprias ou de alguém próximo), há que procurar fazer boas compras.

Pessoalmente, nada tenho contra as marcas mais conhecidas de roupa, que fazem com que as nossas crianças pareçam sempre saídas de um catálogo high fashion. Mas, confesso, não sou cliente assídua dessas marcas.

Porquê? Porque me custa dar uma pequena fortuna por uma peça, mais a outra porque faz conjunto, mais esta porque completa o outfit (parece que este é um termo muito em voga...) e assim ter um kit (é assim que é dito pelas bloggers especialistas na matéria, certo?) como deve ser.

Pois... cá em casa não é essa a política. Posso dizer que a minha filhota - modéstia à parte - anda sempre toda janota, giraça e muito fofinha, sem com isso significar deixar a carteira em lojas de roupa.

Exemplo 1: as lojas tidas como low cost (como a Zippy, cujas colecções estão disponíveis nas lojas próprias, nos Modelo/Continente e nas lojas MO) são um óptimo local para se fazer boas compras. E nada como aproveitar os saldos para comprar peças para o ano seguinte. Foi o que fiz, ao comprar peças básicas e vestidinhos que a minha pequerrucha está agora a vestir, para o Verão seguinte), a 50% (ou menos) do valor de etiqueta.

Exemplo 2: esta semana entrei numa loja Benetton à hora de almoço, apenas para 'ver das modas'. Passei pela parte de criança, espreitei a nova colecção (sim, tem coisas giras... mas não comprei) até que bati os olhos nas promoções. Surpresa das surpresas: tinha peças da colecção Primavera-Verão, mas também restos de colecções anteriores de Outono/Inverno. Resultado: com um pouco de paciência e matemática de tamanhos (porque as peças Primavera/Verão teriam que bater com o tamanho que vestirá para o ano), levei para casa 6 peças com um desconto total superior a 70%. Digamos que paguei, no total, €30 (o preço de etiqueta da peça mais cara, caso a tivesse comprado na época normal).